Angel Olsen – All Mirrors



Com uma trajetória baseada em ousadia e confiança valem a pena no fim do dia Angel Olsen tece um dos melhores álbums de 2019 e também o trabalho mais coeso de sua carreira. Em sua atmosfera emoldurada por orquestras que moldam e amplificam o poder e e tom dramático de suas composições All Mirros é um marco à evolução de um dos nomes mais importantes do indie rock atual, firmando os alicerces da era de Olsen, longe de acabar, como uma grande letrista contemporânea.

Suas duas faixas iniciais “Lark” e “All Mirrors” criam um prefácio poderoso, formatado por arranjos profundos e um olhar sobre o passado e reflexões sobre ser e sentir, como expostos principalmente em “Lark”: “Every  time I turn to you / I see the past, it’s all that lasts”. O presságio d eum errendo sobre amar outra pessoas e suas consequências.

No geral Olsen constrói uma atimofera onde relacionamentos e pessoas consequêntemente podem te machucar e que o amor próprio é a chave para superar a dor de um coração partido como retratado em “Chance” – uma das mais belas canções desse ano – “I wish I could un-see some things that gave me life / I wish I could un-know some things that told me so / I wish I could believe all that’s been promised me”.

Angel conclui uma evolução sonora e escrita a ser admirada e compartilhada.

OUÇA: “Lark”, “Chance”, “New Love Cassette”, “Spring”, “Tonight” e “Summer”

Contador de causos, filósofo de boteco e frequentador de shows nas horas vagas.

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